quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Bem-vindo. A narrativa, produção e reprodução de textos, o parodoxal e o surpreendente, estar e contestar, reverdecer, florir

Meus amigos, quero dizer-vos que nunca conseguimos «nada em sede de direitos civis sem a ajuda duma pressão determinada, legal e não-violenta. Lamentavelmente, a História mostra-nos que raramente os grupos privilegiados abrem voluntariamente mão dos seus privilégios. Até pode haver indivíduos que são iluminados pela luz da moral e renunciam de livre vontade à sua postura injusta; mas, como nos mais imorais do que os indivíduos.
Sabemos por dolorosa experiência própria que o opressor nunca concede voluntariamente a liberdade; de ser o oprimido a reivindicá-la. Com toda a franqueza, ainda esta para vir a primeira campanha de acção directa que seja considerada «oportuna» por quem não sofreu os injustos males da segregação.»
As palavras de Luter King continuam actuais, mutatis mutandis. Os privilégios, as gorduras e as gordurinhas! ...


 

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